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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

EXCÊNTRICOS

Com o ar de pavão que costuma pôr quando as tvs andam por perto - e elas, por ele, andam sempre por perto -  o primeiro-ministro anunciou ao país o cumprimento de uma promessa eleitoral : reduziu a taxa de pobreza.

 

O que ele não disse e ninguém lhe perguntou foi à custa de quê ficou a dever-se tal redução.

 

Primeiro, o número de idosos portugueses que consegue viver com 366 euros por mês e beneficiou do Complemento Solidário para Idosos, foi, em 2006 de 20.000. Logo, nunca seria possível tirar 100.000 (número avançado por José Sócrates) de 20.000.

 

Donde, a explicação tem de ser outra. E qual é ela?

 

A taxa de pobreza calcula-se multiplicando o rendimento mediano (não confundir com rendimento médio) dos portugueses num determinado ano por 60% e quem receber menos do que isso é pobre, estatisticamente falando.

 

Ora, em média os aumentos em 2006 foram de 1,7%  abaixo da taxa de inflação. Ou seja, praticamente não houve aumento mas estagnação dos rendimentos. Como os beneficiários do Complemento Solidário para Idosos (os ditos pobres) tiveram um aumento de 3%, isto implicou que 100.000 deles, por este passe de magia, excederam o limite de 60%, logo desapareceram da estatística. Portanto, não foi a vida dos pobres que melhorou - foi a dos outros que andou para trás.

 

Por este andar , até ao fim do mandato, o governo vai criar excêntricos. Como o euromilhões.

 


publicado por igrejavelha às 16:13

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