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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

ANDAM A BRINCAR COM O PAGODE

Cumprindo a obrigação que a mim mesmo imponho periodicamente, lá fui à última sessão da nossa assembleia de freguesia do ano de 2007. Mais uma vergonha a registar.

 

Mas nem por ser mais uma vergonha a registar os faltosos estão desculpados. Porque desta vez não estiveram todos os emplastros do costume e basta a ausência de um deles para a festa ficar estragada ou o caldo ficar entornado, conforme os casos. Eles dão o colorido folclórico às reuniões e sem colorido aquilo ainda é mais difícil de deglutir que óleo de fígado de bacalhau.

 

Tirando esse pequeno pormenor, de que aliás só se dá conta quando o gerente da banda fecha a partitura e abre o livro de reclamações, a sessão foi imprópria para cidadãos dados à sonolência, tantos foram os golpes baixos, as rasteiras e os remoques ditos com o ar mais beato deste mundo que a nossa magnífica pequena casa da democracia local pareceu uma reunião de accionistas do moribundo millenium bcp: vícios privados, hipocrisia pública. 

 

Portanto, não deu para ressonar.

 

Aquilo foi coisa medonha, com os pragmáticos, vulgo socialistas, a fingirem disponibilidade para ajudar a junta a desatar o nó que eles ajudaram a câmara a dar, e os pedinchistas públicos de tachos, vulgo sociais-democratas, a criticarem aqueles outros por não os ajudarem de facto. No fundo no fundo, aquilo era um faz de conta encenado: uns fazem de conta que querem ajudar, mas desajudam, para mais tarde acusarem os outros de prometerem sem fazer; os outros ameaçam vir para a rua exibir os projectos que sabem não poderem executar por mau relacionamento com a câmara, preparando-se para acusarem os outros de nada terem feito para os apoiar junto de António Magalhães.

 

Como diria o meu compadre Zé da Mula, uns não f.... nem saem de cima; os outros nem saem de cima nem deixam f....

 

Grave grave é que não haja quem os mande brincar com a coizinha deles em vez de brincarem com o pagode.


publicado por igrejavelha às 19:03

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