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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

QUE GANDE REBALDERIA

Diz o reflexodigital que a senhora chefe de secretaria, de sua graça Arminda Gomes, foi condenada a devolver a importância de que abusivamente se tinha apropriado e que, além disso, ainda pagou mais uns trocos que revertem a favor do Centro Social. Se surpresa há na decisão da Junta é quanto à brandura, porque quanto à identificação da acusada só o meu amigo Quim Vilas se atreveu a pôr as mãos no lume por ela. Custos da amizade...

 

Mas a Junta também não sai nada bem deste processo. Digo a Junta num sentido amplo, isto é o órgão autárquico, as pessoas. Tanto as que presentemente lá estão, como as que lá estiveram no passado recente. É que os serviços andam à balda e só a balda justifica que uma funcionária receba dinheiro e não o registe em lado nenhum sem que quem manda dê conta das falhas. E pela Junta já passou gente com conhecimentos e experiência administrativa e gente com cursos superiores, ou seja pessoas com bagagem para controlarem a caixa e os bancos.

 

Como é possível feirantes dizerem que pagaram o lugar da feira e o dinheiro não aparecer no caixa? Como é possível as cantinas das escolas do primeiro ciclo entregarem dinheiro na Junta e nas contas da Junta não aparecer nada? Como é possível haver envelopes com dinheiro espalhados entre a papelada, no escuro do arquivo? Quem garante a quantidade de dinheiro que assim escapou e foi parar às mãos pegajosas de alguém menos honrado? Quem meteu dinheiro da Junta ao bolso? Foi a mesma funcionária, foi mais alguém que não ela? Será a Arminda o bode expiatório que encobre terceiros?

 

Faz falta uma barrela que ponha tudo em pratos limpos. E quanto mais cedo melhor, para que a suspeita não manche pessoas sérias. Funcionárias ou políticos.


publicado por igrejavelha às 16:56

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