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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

SALAZAR E AS TAIPAS

O mundo financeiro está virado do avesso e, com o aproximar das eleições, o mundo político das Taipas parece afinar por aquele.

 

Já não é propriamente novidade a Câmara de Guimarães "comprar" candidatos a troco de promessas de obras. A história autárquica está cheia de casos, com gente que troca de camisola sempre com o argumento de que o faz por amor à terra, que, coitada, tem as costas largas. O mercado de "transferências" passou a ser encarado como banal, quando devia ser censurado e condenado por implicar a compra de consciências com o dinheiro dos munícipes a favor de um partido, no caso o PS.

 

Há uma obra entre o centro paroquial e a igreja por muitos considerada importante e indispensável. A própria Câmara partilha dessa opinião, bem como a Junta.  E até o putativo candidato do PS à freguesia.

 

Que a Junta se bata na Câmara pela sua realização, compreende-se: está a fazer o seu papel. Que um deputado da oposição e potencial candidato puxe dos galões e interceda na Câmara, mesmo sendo pouco católico, entende-se, embora não seja curial.

 

O que não se entende mesmo nada é a posição da Câmara ao aceitar tratar assuntos da sua competência com candidatos. Além de constituir uma afronta à Junta (dando ouvidos à oposição) constitui a sua intromissão na disputa eleitoral (favorecendo um dos candidatos) à custa do dinheiro de todos os contribuintes ( em benefício do PS).

 

Salazar mandou isolar as terras que votaram em Humberto Delgado. Em contrapartida, quem votou em Américo Tomás foi cumulado de privilégios. Bem-aventurados os que não se venderam. É graças a eles que somos hoje uma democracia, embora às vezes não pareça.


publicado por igrejavelha às 15:56

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