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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

JUIZ DE FORA

Defendi aqui que no limite superior o inquérito que corre os seus trâmites abrange não só actos praticados pelas funcionárias de serviço, mas também os políticos que as dirigem. Com isto provoquei alguns comentários, de que quero agora destacar o que entende que quem está debaixo de fogo é o tesoureiro em exercício, senhor Armando Marques.

 

Discordo desta interpretação e mantenho a que propus anteriormente: a responsabilidade política é colectiva, isto é de toda a junta e não deste ou daquele eleito em especial. Aliás, se houver que apurar responsabilidades individuais, estou mesmo em crer que o grau maior de responsabilidade terá de recair sobre o presidente, uma vez que os dois vogais, Armando Marques e Armando Abreu, agem em nome do presidente e por delegação de competência.

 

Aqui chegado, resta dizer que é por assim eu pensar que temo pelo sucesso do inquérito e que o mesmo fique em águas de bacalhau, como é costume dizer-se nestas circunstâncias. Por isso, a junta não é a entidade mais isenta e imparcial para tratar do caso. Feito um primeiro levantamento da situação, o processo deveria ter sido encaminhado para uma entidade externa, a Inspecção-Geral da Administração, por exemplo, porque a junta não deve ser juiz em causa própria.

 

A ser verdade o que consta, a prática de abuso de confiança vem de longe e se colher o argumento da responsabilidade maior caber ao tesoureiro, ainda vamos ver o Tino a ser julgado. E mais não digo. Por agora.


publicado por igrejavelha às 12:32

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