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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

BANCOS DE PEDRA

À porta da sede da Junta das Taipas estão, faz muito tempo, dois cubos de pedra trabalhada. No recinto da feira, empilhados, jazem muitos outros igualmente novinhos em folha. Dizem que são bancos encomendados pelo presidente, ainda sem destino.

Custa a perceber! Então o presidente não sabia onde colocar os bancos antes de os encomendar?  Isso não cabe na cabeça de ninguém e tem de haver uma outra explicação.

Bati a várias portas, na ânsia de satisfazer a minha curiosidade natural e o mais que saquei foi que as pedras se destinavam à feira, mas não foram e ao que me disseram não vão ser lá colocadas porque o dono da feira, que como se sabe é a Câmara Municipal de Guimarães, não foi tida nem achada na compra e, pior do que isso, discorda da ideia do presidente da Junta.

Assim se gasta (mal) o dinheiro dos contribuintes. Em vez da Junta pagar a factura, bom seria que o presidente e quem aprovou o negócio o pagassem do seu bolso, para aprenderem a não mandar senão no que é seu.


publicado por igrejavelha às 15:38

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3 comentários:
De Anónimo a 2 de Agosto de 2007 às 19:14
Cheguei aqui via vilasdastaipas e via pcptaipas. Estou espantada!

Maria S.


De vilasdastaipas a 3 de Agosto de 2007 às 12:35
Era meia noite em ponto.

Era meia-noite em ponto, menos cinco minutos.
O sol raiava por entre as estrelas, de um claro dia sem Sol.
Um velho, sentado em pé, num banco de pau de pedra, à luz de um candeeiro apagado, lia um jornal sem letras.
E, calado, assim dizia: O mundo é uma bola quadrada, que gira parada.
Ó incas, ó incas, ó sol da azia: enquanto no céu se plantarem batatas e na terra houver planetas...
Enquanto que vais e viras, não anda o caminho sem gente.

"De autor anónimo, com arranjos de António Joaquim Oliveira"


De Xana a 4 de Dezembro de 2009 às 13:57
Este poema, que adoro, ficou-me na memória desde a faculdade, no entanto, desde então, já procurei por todo o lado e não encontro o poema na totalidade ou quando encontro tem frases diferentes daquilo que me lembro e aparece com títulos tão diferentes como "Diário de um Louco", "Mundo absurdo", "O Impossível", "Sol da meia noite". Será que o caro blogger poderá fazer a gentileza de transcrever o texto na totalidade? Obrigada e bem-haja.


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