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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

BOCAGE

Certa dia o poeta Bocage tinha os intestinos desarranjados, num reboliço. Aquilo era só movimentos de ar por todo o lado.

 

Mal o pobre do homem se distraía, traque, lá saía um e depois outro. Parecia os bombardeamentos do Iraque, com o Artur Albarran em grande plano e Bagdade ao fundo.

 

Estando o pobre poeta sentado na esplanada cheia do café, a natureza pregou-lhe uma partida e em vez duma bufa pífia saiu um daqueles de deixar envergonhado o mais descarado, como Bocage aliás era.

 

Com toda a gente a olhar para ele reprovando o descuido, o poeta saiu-se como só ele sabia sair e disse alto para todos ouvirem: o peido que aquele senhor deu, não foi ele, fui eu.

 

Contaram-me esta anedota a propósito das obras e lares que uns fazem e outros passam por ter feito.


publicado por igrejavelha às 16:36

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